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24 de ago. de 2025

5 Coisas que EXISTEM no GTA 5 e que NÃO TERAM no GTA 6!


GTA 5 marcou uma geração com ideias ousadas, humor ácido e sistemas que definiram a cultura dos jogos de mundo aberto. Mas a série evolui — e tudo indica que o GTA 6 vai seguir outro caminho em vários pontos. Neste artigo, listamos 5 recursos do GTA 5 que dificilmente estarão no GTA 6, explicando o “porquê” de cada mudança e como isso pode impactar sua jogatina.

Prepare-se para comparar, revisitar lembranças e entender o que muda quando a Rockstar aposta em imersão, narrativa e sistemas mais realistas.




1) O humor “cartunesco” dos NPCs e da mídia in-game

Em GTA 5, a sátira social é escancarada: programas de TV exagerados, rádios lotadas de paródias e NPCs com diálogos quase caricatos. Esse tom combina com Los Santos, uma versão hiperbólica de Los Angeles. Já em GTA 6, tudo indica um ajuste de tom — ainda irônico, mas menos cartunesco e mais próximo de um realismo contemporâneo.

  • Por que pode sair: a audiência amadureceu e espera críticas mais sutis, conectadas a redes sociais, aplicativos e influenciadores digitais.
  • O que muda pra você: diálogos mais críveis, menos “esquetes”, com NPCs reagindo de forma contextual à sua presença e aos eventos do mapa.

2) O trio de protagonistas e as trocas instantâneas

O sistema de três protagonistas — Michael, Franklin e Trevor — e a troca instantânea entre eles foi a carta na manga de GTA 5. Mas ele também “quebra” parte da imersão, já que o jogo precisa teleportar você para onde o personagem está e justificar a mudança com cortes cinematográficos.

  • Por que pode sair: foco narrativo mais íntimo em uma protagonista (ou dupla), com progressão emocional linear e menor fragmentação de objetivos.
  • O que muda pra você: menos picos e vales de ritmo entre arcos, mais continuidade e conexão com a jornada de um(a) personagem central.


3) Heists “guiados” com rotas limitadas

Os heists de GTA 5 são memoráveis, mas a estrutura é relativamente rígida: duas ou três abordagens possíveis, escolhas de equipe e uma execução que, no fim, converge. O próximo passo natural é abrir o leque.

  • Por que pode sair: tendência a heists sistêmicos, com ferramentas, disfarces, rotinas de seguranças e IA reativa que multiplicam caminhos emergentes.
  • O que muda pra você: menos “checklist”, mais planejamento orgânico. Testar rotas, improvisar e criar “sua” história do assalto deve ser a essência.
Insight de gameplay: espere sistemas que lembram imersive sims (rotas, distrações, hacking leve), mas no escopo e caos de um GTA.

4) Física de direção “arcade” com derrapagens fáceis (essa e bem talvez)

A direção em GTA 5 equilibra realismo e arcade, com carros que “colam” ao asfalto e drifts acessíveis. A evolução natural é um modelo de direção mais físico, com peso, transferência de massa e terrenos influenciando de maneira perceptível.

  • Por que pode sair: mapas amplos, clima dinâmico e um foco em imersão favorecem direção mais simcade, aumentando risco e recompensa nas fugas.
  • O que muda pra você: perseguições menos “sobre trilhos”, exigindo domínio de veículos, pneus, freios e adaptação ao clima (chuva, alagados, areia).

5) Grind de dinheiro no GTA Online “raiz”

O início do GTA Online ficou marcado por um grind pesado: missões repetitivas para comprar o carro X, a cobertura Y e o upgrade Z. A expectativa é que a versão online de GTA 6 aposte em progresso menos punitivo, com economia mais viva, atividades diversificadas e eventos dinâmicos que pagam bem sem virar “trabalho 2.0”.

  • Por que pode sair: modelo vivo de serviços hoje valoriza retenção por diversão, não por fricção. Eventos por tempo limitado, contratos cooperativos e endgame com rotas múltiplas de renda.
  • O que muda pra você: menos grind, mais escolhas. Você progride jogando o que gosta (corridas, assaltos, contrabando, carreira criminal discreta) sem ficar preso a uma só atividade.

E o que deve entrar no lugar?

Se algumas marcas de GTA 5 ficarem para trás, é porque há novas peças chegando ao tabuleiro:

  • IA socialmente consciente: NPCs que lembram eventos, propagam rumores e reagem ao seu estilo criminal.
  • Sistemas de stealth e disfarce mais robustos: entrar e sair de áreas quentes sem acionar o caos total vira uma arte.
  • Economia dinâmica: preços, rotas e riscos mudando com clima, horário e “calor” policial.
  • Ferramentas digitais in-game: apps, mensagens, “dark web” do crime e contratos que chegam ao seu celular do jogo.
  • Interação ambiental profunda: vitrines destrutíveis, barricadas improvisadas, rotas alternativas por canteiros e obras.

O resultado? Um mundo que conta histórias mesmo quando você não está em missão, privilegiando escolha, consequência e improviso criativo.




Resumo rápido

  • Menos: humor cartunesco, troca instantânea entre três protagonistas, heists guiados, direção arcade, grind repetitivo no online.
  • Mais: sátira sutil e atual, foco narrativo, heists sistêmicos, direção com física mais rica, economia viva e progressão flexível.

Conclusão: prepare-se para um (talvez) GTA mais imersivo

GTA 6 tem tudo para evoluir a fórmula: um mundo que reage, escolhas que pesam e assaltos que se tornam histórias memoráveis. Para quem vem do GTA 5, a sensação deve ser familiar, mas com um novo nível de profundidade. E é por isso que certas marcas do passado podem (e devem) ficar para trás.

Agora é sua vez: qual recurso de GTA 5 você acha que deve ficar de fora de GTA 6? Comente suas apostas e compartilhe o post com aquele amigo que ama teorizar sobre a série. 😎